
segunda-feira, novembro 30, 2009
terça-feira, novembro 24, 2009
la maison de l'enfance
domingo, novembro 22, 2009
transcending by the word
quinta-feira, novembro 19, 2009
nova era, um sempre só meu
E, justamente em razão desse clima de desabafo sobre as fotos, dedico a presente postagem a uma pessoa, que, provavelmente, sente, se não a mesma, uma quase idêntica vibe do que eu, dedico-a ao fotógrafo Eduardo Amorim, artista 'gaulês irredutível', que traduz, como ninguém, o orgulho gaúcho pela terra pampeana, dos cavalos Pingos a la pucha sandeiros de seus, de nossos amores - através de uma das armas mais poderosas do mundo.

Não e à toa que sou fã de seu trabalho, pois sempre achei, sempre senti, visceralmente, uma ligação muito forte, sim, isso mesmo, - creio ter sido cavalo em outra vida; e, hoje, tenho certeza, de que se não fui um, certamente um dia o serei. E, é isso - por mais repetitiva que eu possa ser, e que os leitores e amigos do peito saibam decor essa minha já agastada frase, - sinto em lhes informar, - eu continuarei sendo a maquininha da frase do cavalo. Simplesmente, porque ela Vive, ela corre como elemento plasmático no estuar do meu sangue a cada dia em que levanto: "olhe nos olhos do cavalo e verás a tristeza do mundo. olhe nos olhos do cavalo e verás a tristeza do mundo. olhe nos olhos do cavalo e verás a tristeza do mundo."


É chegada a hora,- eis o momento oportuno,- uma poesia em tua homenagem, fotógrafo da nossa terra boreal abençoada:
confesso, apesar de amá-los acima de todos os homens
e se acaso pudesse isso ser verdade
porque sou prenda
não medro agora!
a ferro e fogo solto as rédeas
as rédeas da liberdade
o mundo vivencia a era dos unicórnios!

"não podemos se entregar pros home de jeito nenhum, amigo e companheiro"
* fotos do álbum Bombador, de E. A.
domingo, novembro 15, 2009
quarta-feira, novembro 11, 2009
novo mundo
vão beijando
aos que escolheram a solidão
ganham abraços
agora embalam os seus sonhos
de encontrar algum lugar
o rumo! teu rumo!
uivam os galhos galhardos a girar:
é amur! é amuuuur de vento ao contrário
dos que decidiram abandonar sem medo
de recomeçar